Se ame, assim ama; assim será amado

Amar, é o ato do amor. Parece óbvio quando em palavras, mas sabemos praticar esse ato quando em ação?

Você ama; você pode se amar enquanto ama; você pode ser amado; todos amam e constantemente possuem amor porque são o próprio; às vezes pode estar adormecido, esquecido, não manifestado; é um dos mistérios humanos. Há uma pequena parcela de dúvida que gera uma outra parcela de insegurança da “realidade” de sentir e do quê é sentir o amor. Temos medo de amar ou temos medo de sermos amados? O que você permite com mais facilidade? Qual foi a última vez que você permitiu receber amor? Há essa permissão?

Alguns podem até duvidar da existência desse sentimento “porque no final alguém sempre acaba se machucando” ou “o mundo está perdido, não tem mais jeito, as pessoas não amam mais como já amaram”, não é assim? Acredito que isso já tenha passado um dia pelos seus pensamentos… Não? Aquela espera que te faz se auto sabotar de que “algo de errado não está certo”. Sim? É, isso se chama ego; que confunde; que controla; e é isso que machuca! Confundimos a influência do nosso ego e achamos que é amor. Colocamos a responsabilidade no outro, por ego, por achar, por querer entender o outro sem entender a si mesmo. Você se entende para conseguir entender o outro?

Será que confundimos o sentimento de medo e responsabilizamos o amor, por medo? Se até a dor vem por amor, por quê racionalizamos o que é para ser sentido? Por que escondemos e nos escondemos? Se medo, sem jeito, se ajeito, sem ter porque, só para ter um porquê para ter explicação. E não precisa explicar nada. Cansa explicar; explicação nenhuma é preciso. É soltar, aceitar, entregar e viver. Ufa, que alívio!

Sentir não é por em prática. Dizer “eu te amo” não necessariamente revela o ato de amar. Estar presente é um ato de amar. Estar presente simboliza uma escolha e amor é escolher. Qual é a forma que você escolhe manter o amor e o seu ato de amar? Você se mantem o mesmo sempre ou você se permite modificar para potencializar o que de melhor pode oferecer? E afinal, você pode oferecer algo contínuo? Como você exterioriza isso?

Eu sei, são muitas perguntas para respondermos e exercitar a mente é uma tarefa desafiadora; de quanto mais se mexe, mais fundo se vai. Só que é uma escolha, assim como o amor e o medo também são. Permanecer na mesma, é medo. Aceitar as imperfeições se modificando com as descobertas, é amor. Por amor, eu te peço que se permita com auto responsabilidade para alguém que está apto a se permitir. E que tenho certeza, que não vai e nem deve aceitar menos do que ser responsável.

Nunca foi sobre o outro, mas sempre sobre você. Se ame, assim ama; assim será amado. Assim será.

Eu, Pamela.

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