DIÁRIO: Eu me tornei a pessoa que mais temia

Meu nome é Pamela, sou uma pessoa, gênero feminino, solteira, morando sozinha em outro país por escolha, morando sozinha, ou melhor, eu e minha solitude além das dezenas de vibrações, tentando aprender uma, talvez duas línguas novas, vegetariana criando consciência pelo meio ambiente e pelas dimensões espiritualísticas, diploma guardado no mesmo envelope que recebi no dia de formatura há quatros, amo fotografias, arte, poemas, bruxaria, misticismo, UFO, filosofia e psicologia, amo decoração e esquematização de ambientes, aniversário feito em Agosto, novo ciclo, número 27, o que sentimentalmente posso sentir a mudança entre o antigo e o novo, o vazio, aonde estou agora, sim, e esse texto será dessa forma que você está lendo mesmo, entre, vírgulas, sem, pontos, porque ué, não estou aqui escrevendo para ter um ponto final, sem me desculpar pelo meu português ruim, na real, sem me desculpar por nada, mas por tudo e esse tudo simboliza a existência que por sua vez, talvez minha vez dessa vez, pede para eu descansar e é o que venho fazendo, sim, uma considerada “vagabunda” na sociedade capitalista e moderna, mas, sem querer dar muitas explicações porque me explicar cansa e não estou mais nessa vibe de responder questionários como uma entrevista de emprego ou a um, talvez mais pretendentes no Tinder, eu só ando descansando mesmo e vejo que isso incomodou algumas pessoas além de mim, porque além delas minhas atitudes ou falta dessas me fizeram desconstruir e reconstruir um novo Eu, como quase cem porcento do meu blog é baseado, sem nenhuma resposta, mas com milhões de perguntas que me fazem estar cada vez mais incomodada o que isso é bom, pelo motivo de estar aprendendo como certamente todos nesse Planeta a Ser Humano, estou aqui para aprender a Ser Humana e acredite, eu canso de repetir a mim mesma que está tudo bem, que a vida vai como deveria ser e que essa culpa que desconheço apenas está aí para despertar todos os meus sentimentos e sensações, e que sentir é a melhor escolha, mesmo doendo é a consciência que está evocando em vibrações sublimes do despertar, no vazio, entre, a fresta, o meio, é estar no presente, nem com os pensamentos no passado e nem no futuro, por isso essa sensação de estar fazendo algo de errado é porque o humano não sabe viver o presente, mas está aprendendo, eu acredito, e estou tentando, de pouco a pouco o sonambulismo vai acordar, já está indo para o caminho, o que me faz persistir, mas o ônus tem impaciência, desconforto e falta de compreensão com os “compreendidos padrões”, a limitação causa conforto, mas o bônus é que o conhecimento não, luta interna para liberdade externa e vice-versa, eu me tornei a pessoa que mais temia, eu mesma, e estou amando, sem ponto final

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